Alguém podia impedir Serginho cabralzinho filhinho de se intitular de pacificador. PACIFICADOR foi o barão, marquês e finalmente duque, Luis Alves de Lima e Silva, Caxias. Isso na vida civil.
Na vida militar, com 5 anos era cadete, aos 18 chegava a Tenente, com 38 já era general, nos mesmos 38 promovido a marechal. Combateu na estranha Guerra do Paraguai, veio embora em 1868, deu a guerra por terminada, mas ela só acabou em 1870.
Não quero diminuir o governador, mas do Palácio Laranjeiras, olhando as Favelas que ameaçam soterrá-lo, pode dizer, orgulhoso: “Aos 30 anos eu já presidia a ALERJ, e fiz do Picciani o meu sucessor”. Os dois “combatem” pela segurança do Rio, uma droga.
E Picciani, sócio, parceiro, mancomunado, que palavra, com Cabral, pergunta baseado na imensa cultura: “O Duque de Caxias pode ter sido tudo isso, mas jamais presidiu a Alerj, como eu e Cabral fizemos sempre, pacificamente”.
COLUNA HELIO FERNANDES
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